Reaproveitar. Usar novamente. Dar nova utilidade a algo que seria descartado. Você costuma inserir essa ação no dia a dia? Quando falamos em economizar, uma das primeiras ideias que vem à mente é deixar de comprar algumas coisas para que o dinheiro sobre, certo?

Também faz parte comparar preços, já que o mesmo objeto ou serviço pelo qual estou pagando X pode ser adquirido por muito mais ou muito menos dependendo do caso. O mundo online facilitou demais essas comparações de preços inclusive. 

Mas você já ouviu falar em economia circular? É exatamente um modelo que prioriza a reutilização, mantendo produtos em uso pelo maior tempo possível. E aí podemos citar, por exemplo, os brechós, os mercados de produtos usados e etc.

Ressignificar e deixar o preconceito de lado

Quando eu era criança, a imagem que fazia dos brechós era completamente diferente da que tenho agora. A palavra me remetia a roupas velhas e baratas em ambientes desorganizados. Hoje, quando penso em brechós, me vêm à mente sustentabilidade, peças de qualidade e preços muito melhores. É claro que não dá para generalizar, mas muitos brechós que conheço e frequento estão nesse contexto! Há até mesmo franquias de brechós espalhadas pelo Brasil, que seguem padrões de qualidade específicos. E o melhor é que é possível garimpar itens super legais pagando muito menos do que em uma loja.

Meu objetivo nesse artigo é dizer que se você gostaria de economizar, vale a pena começar a entender e fazer parte desse universo da economia circular. Deixe o preconceito de lado e aproveite. Aqui em casa, eu e meu marido adoramos visitar brechós; e na cidade onde moramos existe, inclusive, uma rua que é dedicada a eles. 

Há até mesmo um específico para homens, algo que é mais difícil de encontrar. Quando perguntamos o porquê disso, os vendedores costumam dizer que é porque as mulheres gostam de trocar muito mais frequentemente o guarda-roupa, enquanto os homens usam uma peça até ficar totalmente desgastada. Você concorda?

Reaproveitar para ajudar o planeta e o bolso

Certa vez, precisei de um vestido para ser madrinha de casamento. Em todos os lugares, o preço médio encontrado pelas outras madrinhas estava em R$ 500. Em um brechó em Sorocaba encontrei um vestido maravilhoso, de muita qualidade, por R$ 180! 

Além disso, quando eu opto por comprar uma peça de roupa que está em ótimo estado, mas não é mais nova, ajudo o meio ambiente e não somente o meu bolso. Você sabia que a indústria têxtil é uma das mais poluentes que existem?

Móveis e outros objetos

Até aqui falei de brechós, mas o mercado de compra e venda de móveis usados também é cada vez maior. Acabei de mudar de casa - e ainda estou em uma espécie de caos da mudança - mas vale dizer que encontrei praticamente minha sala inteira em um site que ajuda quem quer reaproveitar de alguma forma.

De um lado, a menina estava se mudando para a casa do namorado e tinha um sofá e uma mesa praticamente novos e lindos. Do outro, estava eu, que não tinha sofá nem mesa. Resultado: ela vendeu o que precisava para devolver o apartamento. Já eu comprei os móveis dela por pelo menos três vezes menos do que pagaria em uma loja. 

E é claro, se você tem roupas, móveis ou objetos que não usa mais, é uma ótima oportunidade de liberar espaço em casa e ganhar um dinheiro extra. Vale até reunir a família para cada um juntar aquilo que não usa e deseja reaproveitar em formato de ganho financeiro. Quando você se livra daquilo que não faz mais sentido e abre espaço para o novo, acredite, é natural que os ganhos venham com até mais facilidade!

Confira alguns lugares onde é possível comprar e vender o que não usa mais, mas não esqueça de buscar nos arredores também

OLX - www.olx.com.br

Enjoei - www.enjoei.com.br

Dig For Fashion- www.digforfashion.com.br

Repassa - www.repassa.com.br

Cansei Vendi - www.canseivendi.com.br 

Leia também:

Economizar dinheiro: confira 10 formas fáceis de colocar em prática

10 formas de garantir uma renda extra na aposentadoria

Renda extra vendendo o que não se usa mais: veja como conseguir dinheiro com o que você tem

Compartilhe com seus amigos

Receba os conteúdos do Instituto de Longevidade em seu e-mail. Inscreva-se: